segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Meu eu, poeta de ser!


Eu sigo o meu caminho,
Sozinha?!...não totalmente!
Sigo acompanhada por meus botões.
Enquanto ando pela rua calma,
Dialogando comigo mesma,
Pensando nos erros e acertos,
Nas pessoas que me fazem falta
Em todo meu desapego,
Das coisas não sentimentais.
Mas como assim?!
Materiais, Não essenciais.
Sou uma tola, sensível, sentimental,
Sim essa sou eu!
Sou forte quando devo ser,
E choro quando menos posso esperar.
Fantasio encontros, reencontros, chegadas,
Me desespero ao pensar em partidas,
Eu vou sonhando...
Seguindo em frente nessa vida louca,
Vagamente sã, eternamente Romântica,
Fielmente agarrada a esperança,
De que dias melhores virão
E que sorrisos preencherão meus dias!
Ainda que turbulentos eles cheguem a ser.
Vou caminhando na escuridão,
Na profundidade do meu ser,
Na imensidão de viver.
Eu, meu eu, poeta de ser!

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